Quanto custa viajar para assistir ao US Open em 2026: guia completo

Quando você começa a pesquisar quanto custa viajar para assistir ao US Open em 2026: guia completo é a primeira coisa que vem à cabeça, mas ninguém entrega a conta inteira de forma honesta. Falam dos jogos, das fotos em frente ao Arthur Ashe, do cachorro quente em Flushing Meadows, mas escondem o preço real de cada escolha: a data que você vai, o tipo de ingresso, o bairro em que se hospeda, quantos dias fica em Nova York e até como você chega ao complexo todos os dias.

A ideia deste guia é justamente abrir tudo. Vamos olhar para o US Open 2026 como um projeto: datas, tipos de ingresso, quanto você deve esperar pagar em passagens, hospedagem, transporte, comida, extras e quanto um fã brasileiro precisa reservar para viver a experiência com calma, sem estourar o orçamento e sem cair em armadilha de pacote mal montado.


1: O que você precisa saber sobre o US Open 2026 antes de falar de dinheiro

O US Open é o último Grand Slam do ano, jogado no USTA Billie Jean King National Tennis Center, em Queens, na Nova York. A edição de 2026 já tem datas oficiais: o torneio será disputado de domingo: 23 de agosto até domingo: 13 de setembro de 2026, com a tradicional Arthur Ashe Kids Day e a Fan Week abrindo a programação na primeira semana.

Sites de pacotes e ingressos divulgam um quadro de sessões que começa com as primeiras rodadas por volta de 30 de agosto e se estende até as finais em meados de setembro, sempre com sessões diurnas e noturnas em quadras principais.

Em termos práticos, o torneio se organiza assim:

• Primeira semana: muitas partidas por dia, todos os tops entrando em quadra, maior chance de ver vários nomes grandes com ingressos mais em conta, especialmente se você apostar em ground pass ou em sessões em quadras secundárias.

• Segunda semana: jogos mais decisivos, oitavas, quartas, semifinais e finais, atmosfera mais tensa e ingressos bem mais caros, principalmente nas sessões noturnas do Arthur Ashe Stadium.

Se você está começando a planejar, a primeira grande decisão é:

• Quer ver muito tênis, muitos jogadores diferentes e gastar menos em ingresso

• Ou quer apostar em poucos dias, mas com ingressos mais caros em fases avançadas

A resposta muda completamente a conta final, então vamos por partes.


2: Como funcionam as sessões, quadras e tipos de ingresso

Dentro do complexo você tem três arenas principais:

Arthur Ashe Stadium: a quadra central, maior estádio de tênis do mundo, palco das grandes noites do US Open.
Louis Armstrong Stadium: segunda arena principal, bastante usada na primeira semana para jogos grandes em paralelo.
• Grandstand: uma terceira quadra importante, com ótimos jogos, atmosfera mais próxima do público e ingressos mais acessíveis.

Fora isso, dezenas de quadras externas espalhadas pelo complexo recebem partidas de simples e duplas, principalmente na primeira semana.

Os ingressos são organizados por sessão:

• Sessão diurna: começa no fim da manhã, vai até o fim da tarde e normalmente inclui três jogos na Ashe (dois de simples, um eventual de duplas) mais acesso às demais quadras conforme o tipo de ingresso.

• Sessão noturna: entra quem tem ingresso específico para a noite e, em geral, assiste a dois jogos na Ashe, com atmosfera mais barulhenta e clima de evento, principalmente em dias de chave masculina.

Além disso, existe uma categoria essencial para o bolso do fã:

Ground pass e ingressos de quadras secundárias

Guias de fãs experientes lembram que os grounds admission tickets, vendidos nos primeiros dias do torneio, dão acesso a todas as quadras exceto a Ashe e podem ser um excelente negócio, com preço mais baixo que a maioria das sessões reservadas.

Na prática:

• Com um ground pass nos primeiros nove dias, você entra no complexo, circula por Armstrong, Grandstand e quadras externas, vê muitos jogos de perto e tem à disposição treinos, área de alimentação e toda a atmosfera do US Open.

• Em alguns anos, os preços desses ingressos se aproximam tanto do valor de alguns assentos mais altos na Ashe que vale comparar: em certas datas, pode ser mais negócio pegar um lugar nas últimas fileiras da Ashe, que também dá acesso ao complexo inteiro, do que apenas o ground.

Para quem vai pela primeira vez, geralmente a combinação mais inteligente é:

• Um ou dois dias de ground pass na primeira semana para respirar o torneio, ver muitos jogadores e testar a logística.
• Um dia de Ashe em sessão noturna ou mista em fase um pouco mais avançada, para ter a experiência completa de estádio cheio.


3: Quanto custam ingressos do US Open: faixas reais para 2026

Os valores exatos de 2026 só aparecem mais perto do evento, mas dá para estimar bem usando preços de 2024 e 2025, lembrando que US Open e Ticketmaster são os únicos canais oficiais de venda de ingressos.

3.1 Referências de preço recentes

Relatos de fãs e matérias especializadas sobre o US Open 2024 apontam algo como:

• Grounds pass ou general admission nos primeiros dias variando em torno de 50 a 80 dólares em anos passados, com tendência de subida para a faixa de 150 a pouco mais de 200 dólares em 2025, conforme reportagem que compara passes gerais e a experiência de admissão simples.

• Assentos na Ashe para rodadas iniciais saindo algo em torno de 150 a 300 dólares em locais mais altos, e valores subindo para a faixa de 600 dólares ou mais em sessões de oitavas, quartas e semifinais em setores melhores.

• Em fases mais avançadas, como oitavas, uma reportagem de 2024 cita ingresso mais barato para Ashe em cerca de 217 dólares e opções de assentos premium chegando a mais de 4.600 dólares.

• Suítes, lounges e experiências VIP podem bater cinco dígitos em dólares para sessões específicas, com reportagens descrevendo suítes e assentos premium acima de 10 mil dólares por sessão, inclusive com serviço de comida e bebida de alto padrão.

Isso é o topo da pirâmide, claro. O fã brasileiro médio vai mirar em algo bem mais modesto, mas é importante entender o espectro.

3.2 Faixas prováveis para 2026

Considerando inflação recente nos Estados Unidos e o histórico de aumento de preços em eventos esportivos, dá para trabalhar com faixas aproximadas para 2026:

• Grounds pass na primeira semana: algo em torno de 150 a 230 dólares, dependendo do dia e da procura.

• Ashe sessão diurna ou noturna em rodadas iniciais: de 150 a 350 dólares nos setores mais altos, com valores subindo conforme você se aproxima da quadra.

• Armstrong e Grandstand com lugar marcado: valores muitas vezes próximos ao de ground, com a vantagem de garantir assento em quadra relevante.

• Quartas, semifinais e finais: ingressos em setores populares provavelmente acima de 300 a 400 dólares, com setores intermediários facilmente passando da casa dos mil dólares, e assentos premium muito acima disso.

Para planejar sem ilusões, vale pensar em algo assim:

• Um dia de tênis na primeira semana com ground pass: orçamento base de 150 a 250 dólares por pessoa, já incluindo taxas.
• Um dia de Ashe com bons jogos na sessão noturna ou mista em fase já mais quente: de 250 a 400 dólares por pessoa em setor intermediário.

Se você está vindo do Brasil com dólar instável, é melhor trabalhar com essas faixas superiores como referência de segurança, e tratar qualquer preço menor como bônus.


4: Passagem aérea do Brasil para Nova York em 2026

A segunda parte grande do orçamento é chegar à cidade.

Companhias como LATAM Airlines anunciam voos de São Paulo para Nova York com tarifas a partir da casa de 2.500 a 2.600 reais ida e volta em datas comuns, com exemplos para abril de 2026 por cerca de 2.610,90 reais nas tarifas mais promocionais.

Buscadores de voo como Skyscanner e Kiwi mostram que, em condições normais, você encontra passagens ida e volta São Paulo–Nova York em valores equivalentes a algo como 330 a 350 libras, o que colocaria essas tarifas na faixa de cerca de 2.500 a 3.500 reais dependendo do câmbio do momento.

Durante o US Open, alguns fatores puxam os preços para cima:

• É fim de agosto e começo de setembro: período em que ainda há fluxo de verão para o hemisfério norte.
• Tem muita gente viajando a negócios e turismo para Nova York, independentemente do torneio.

Na prática, para 2026, faz sentido trabalhar com estas ideias:

• Tarifas promocionais em torno de 3.000 reais ida e volta saindo de São Paulo ou Rio são possíveis se você comprar com bastante antecedência e tiver flexibilidade de data.

• Valores entre 4.000 e 5.000 reais são bastante realistas se você deixar para comprar mais perto, escolher datas muito amarradas às sessões do torneio ou sair de cidades sem voo direto, exigindo conexão.

• Prefira chegar um ou dois dias antes da sua primeira sessão para amortecer risco de atraso de voo, principalmente se você conectará em outra cidade dos Estados Unidos ou da América Central.

Se o orçamento estiver apertado, vale ficar de olho em companhias com voos com conexão, que às vezes aparecem com tarifas significativamente mais baratas que os voos diretos, ainda que com um pouco mais de cansaço.


5: Hospedagem em Nova York durante o US Open: onde ficar e quanto custa

Nova York não é uma cidade barata. E é bom aceitar isso logo no começo do planejamento.

Dados recentes de mercado mostram que a tarifa média de hotel nos Estados Unidos está na casa dos 160 dólares por noite, mas Nova York joga em outra liga com valores médios acima de 330 dólares, bem acima da média nacional.

Relatórios sobre preços de hotel em 2025 indicam que a média geral na cidade gira em torno de 178 dólares por noite, com hotéis de padrão médio em Manhattan facilmente praticando diárias na casa de 300 a 400 dólares em semanas movimentadas.

Durante grandes eventos as tarifas disparam. Houve inclusive reportagem recente mostrando aumento de mais de duzentos por cento em diárias em áreas próximas a estádios de Copa do Mundo 2026 na região de Nova York, o que mostra o apetite dos hotéis na hora de subir preços quando há demanda garantida.

O US Open não é uma Copa, mas é um evento grande que acontece todo ano na mesma época, então o impacto em tarifas existe.

5.1 Onde faz sentido se hospedar para o US Open

Você basicamente tem três estratégias principais:

  1. Ficar em Manhattan
    • Maior oferta de hotéis, desde redes mais em conta até luxo.
    • Noite com vida cultural, restaurantes, Broadway, tudo a pé ou de metrô.
    • Para ir ao torneio, você pega a linha 7 do metrô até a estação Mets–Willets Point, que deixa na porta do complexo, ou usa o Long Island Rail Road saindo da Penn Station, que também para ali. Custo: diárias altas, principalmente em Midtown e Times Square. Mas é a opção que entrega mais experiência de Nova York junto com o torneio.
  2. Ficar em Queens
    • Bairros como Flushing, Corona e Long Island City oferecem tarifas melhores e acesso rápido ao complexo.
    • Em Flushing você ainda tem uma cena gastronômica forte, com muitos restaurantes asiáticos.
    • Long Island City equilibra preço e vista, com hotéis voltados para o skyline de Manhattan e fácil acesso pelo metrô. Custo: ainda alto para padrão brasileiro, mas muitas vezes de 20 a 30 por cento mais barato que Manhattan central, com ganho de tempo no deslocamento para o torneio.
  3. Ficar no Brooklyn
    • Boa oferta de hotéis e apartamentos, especialmente em áreas como Williamsburg, Downtown Brooklyn e Brooklyn Heights.
    • Metrô leva até a linha 7 ou a LIRR, mas com um pouco mais de troca. Custo: intermediário, com a vantagem de ficar em regiões que têm vida própria, cafés, bares e restaurantes mais locais.

5.2 Faixas realistas de diária para 2026

Para planejar sem susto:

• Hotéis econômicos e básicos em Queens ou Brooklyn: algo na faixa de 150 a 220 dólares por noite em quarto duplo durante o período do torneio, com as opções mais baratas sumindo rápido.

• Hotéis três estrelas em Manhattan fora das áreas mais disputadas: de 220 a 350 dólares por noite em semanas comuns, podendo subir para 300 a 450 dólares em dias de US Open, dependendo da antecedência.

• Hotéis quatro estrelas ou bem localizados em Midtown e próximos dos teatros: facilmente acima de 400 dólares e chegando a 600 dólares ou mais em noites específicas.

E lembre que em Nova York há impostos e taxas municipais que muitas vezes adicionam cerca de 15 por cento ao valor exibido, mesmo com políticas recentes tentando tornar as tarifas mais transparentes.

Para uma viagem de sete noites, mesmo em uma abordagem econômica, é difícil imaginar gastar menos que algo em torno de 1.200 a 1.500 dólares em hospedagem para duas pessoas em quarto simples, se você estiver razoavelmente perto de metrô e reservar com antecedência.


6: Transporte interno, alimentação e gastos diários em dia de jogo

6.1 Como chegar ao complexo do US Open

O jeito mais prático para a maioria dos visitantes é o transporte público:

• Metrô linha 7 até a estação Mets–Willets Point, que serve tanto o estádio de beisebol quanto o complexo de tênis, com acesso fácil a pé.
• Long Island Rail Road saindo da Penn Station até a mesma estação, opção um pouco mais rápida e confortável em horários de pico.

A tarifa básica do metrô em Nova York gira em torno de 2,90 dólares por viagem, com possibilidade de adquirir passes ilimitados semanais, o que tende a valer a pena se você vai ficar vários dias na cidade andando de metrô para tudo.

Táxi e aplicativos como Uber ou Lyft podem ser úteis para voltar tarde da noite ou se você estiver com companhia e quiser mais comodidade, mas o custo sobe fácil para valores entre 25 e 50 dólares por trecho, dependendo da distância e do trânsito.

6.2 Quanto você gasta com comida em dias de torneio

Dentro do US Open, nada é barato. Reportagens e guias de fãs mostram que:

• Água, refrigerante e bebidas simples custam bem mais que no mercado.
• Cerveja e coquetéis especiais passam fácil de dez dólares a taça.
• Lanches, sanduíches e refeições rápidas giram na faixa de 15 a 25 dólares.

Na prática, em um dia de torneio inteiro, se você comer e beber tudo lá dentro, é bem razoável imaginar algo entre 40 e 80 dólares por pessoa, dependendo da sua disciplina e do quanto você cede à tentação de provar tudo.

Fora do complexo, em Nova York, a alimentação também não é barata, mas é mais flexível:

• Fast food e lanches rápidos: 10 a 20 dólares uma refeição simples.
• Restaurantes casuais: 20 a 35 dólares por pessoa sem bebida alcoólica, dependendo do bairro.
• Restaurantes mais arrumados: 40 dólares ou mais por pessoa, com facilidade para chegar a 60 ou 70 dólares em regiões badaladas de Manhattan.

Se você equilibrar café da manhã no hotel, almoço na cidade e lanche reforçado no torneio, um orçamento de 60 a 80 dólares por dia por pessoa em alimentação é um ponto de partida realista, sem exageros.


7: Simulações de orçamento: quanto custa na prática ver o US Open em 2026

Agora que você já tem as peças soltas, vamos montar alguns cenários típicos de viagem partindo do Brasil, pensando em dólar em torno de um valor de referência e convertendo depois para real na hora de fechar as reservas. Os números abaixo são aproximações para você dimensionar a ordem de grandeza, não cotações exatas.

7.1 Cenário fã econômico: primeira semana, dois dias de torneio

Perfil: você quer viver o US Open, mas está em modo máximo de custo benefício. Prefere ver o máximo de jogadores possível, aceita ficar em hotel simples, usa metrô para tudo e limita as sessões.

Suponha:

• Passagem ida e volta São Paulo–Nova York: 3.500 reais em tarifa promocional comprada com antecedência.
• Sete noites em hotel simples em Queens, a 180 dólares por noite, quarto duplo: cerca de 1.260 dólares no total, divididos por duas pessoas se for o caso.
• Dois dias de US Open na primeira semana com ground pass: 180 a 200 dólares cada dia, vamos arredondar para 400 dólares no total.
• Alimentação: 70 dólares por dia durante sete dias: 490 dólares.
• Transporte interno: passe semanal de metrô mais deslocamentos extras: algo como 60 a 80 dólares.

Ignorando compras e passeios extras pagos, isso dá uma conta aproximada, em dólares, de:

• Hospedagem: 630 dólares por pessoa se dividir o quarto em duas pessoas.
• Ingressos: 400 dólares.
• Alimentação: 490 dólares.
• Transporte interno: 80 dólares.

Total aproximado em dólares na cidade: 1.600 dólares por pessoa, mais a passagem em real. Se você converter tudo, está falando facilmente de uma viagem na casa de muitos milhares de reais por pessoa, mesmo em versão bastante enxuta.

7.2 Cenário conforto consciente: três dias de tênis, incluindo Ashe à noite

Perfil: você quer viver o torneio com um pouco mais de conforto, incluindo uma noite grande na Ashe, mas continua preocupado com o orçamento.

Suponha:

• Passagem um pouco mais cara, comprada com menos antecedência: 4.500 reais.
• Sete noites em hotel três estrelas em Manhattan fora da área mais cara, a 260 dólares por noite: cerca de 1.820 dólares, dividido em dois, 910 dólares por pessoa.
• Um dia de ground pass na primeira semana: 200 dólares.
• Um dia de Ashe na segunda metade da primeira semana ou início da segunda, em setor intermediário: 350 dólares.
• Um terceiro dia em Armstrong ou Grandstand em sessão diurna: 200 dólares.
• Alimentação: 80 dólares por dia, sete dias: 560 dólares.
• Transporte: 80 a 100 dólares para metrô e eventuais corridas de aplicativo.

Na cidade, por pessoa:

• Hospedagem: 910 dólares.
• Ingressos: 750 dólares.
• Alimentação: 560 dólares.
• Transporte interno: 100 dólares.

Total aproximado: 2.320 dólares mais a passagem aérea.

É o tipo de viagem que entrega muita experiência de quadra, algumas noites em Manhattan e um equilíbrio razoável entre sonho e realidade.

7.3 Cenário fã hardcore: segunda semana, jogos decisivos e experiência cheia

Perfil: você quer estar lá quando os jogos ficam pesados, pensa em quartas e semifinais, quer ter uma ou duas noites muito boas na Ashe, aceita comprar ingresso mais caro e ficar mais perto da quadra.

Suponha:

• Passagem aérea semelhante à do cenário anterior.
• Hospedagem: hotel melhor localizado em Manhattan, a 350 dólares a noite, sete noites, 2.450 dólares, divididos em dois: 1.225 dólares por pessoa.
• Três dias de torneio na parte nobre da chave:
• Ashe oitavas ou quartas: um dia em setor bom a 450 dólares.
• Ashe outra noite de quartas ou semifinais em setor ainda melhor: 700 dólares.
• Ground ou Armstrong em outro dia: 250 dólares.
• Alimentação: 90 a 100 dólares por dia, sete dias, vamos arredondar para 650 dólares.
• Transporte interno: 120 dólares, considerando que você pode usar mais táxi ou aplicativo depois de noites longas.

Na cidade, por pessoa:

• Hospedagem: 1.225 dólares.
• Ingressos: algo em torno de 1.400 dólares.
• Alimentação: 650 dólares.
• Transporte: 120 dólares.

Total aproximado: 3.395 dólares, mais a passagem. É um valor alto, mas alinhado com a ideia de uma experiência de turnê de Grand Slam focada em fases decisivas.


8: Como reduzir custos sem estragar a experiência

Mesmo em um cenário caro como o US Open, dá para tomar decisões inteligentes que não estragam o sonho:

• Preferir a primeira semana e investir em ground passes e sessões em quadras secundárias, que têm atmosfera incrível e preços mais humanos.

• Montar base em Queens ou Brooklyn em vez de Manhattan, desde que perto de metrô, equilibrando preço e tempo de deslocamento.

• Reservar hospedagem assim que o torneio liberar as datas oficiais, usando tarifas canceláveis, e só então acompanhar passagem aérea, que costuma ter mais variação.

• Comprar ingresso sempre nos canais oficiais ou em pacotes de empresas reconhecidas, evitando a tentação de revenda duvidosa que pode provocar prejuízo maior do que qualquer economia.

• Planejar dias de folga entre sessões, aproveitando para conhecer Nova York sem pagar ingresso de torneio diariamente. Às vezes dois dias muito bem escolhidos de US Open entregam mais do que cinco sessões medianas.


9: Resumindo: quanto custa viajar para assistir ao US Open em 2026

Se a pergunta é quanto custa viajar para assistir ao US Open em 2026 a resposta honesta é que o torneio é caro, especialmente para quem vem do Brasil, mas deixa de ser um sonho impossível quando você:

• Entende as datas e escolhe com cuidado entre primeira e segunda semana.
• Usa ground passes e sessões em quadras secundárias de forma estratégica.
• Aceita que hospedagem vai comer uma parte importante do orçamento e, por isso mesmo, busca bairros inteligentes como Queens e Brooklyn.
• Compra passagem aérea com antecedência e flexibilidade, sem amarrar tudo no pico absoluto de preços.

Na prática, para um fã brasileiro, pensar em algo em torno de sete a dez mil reais por pessoa em versão bem econômica e facilmente o dobro disso em versões mais confortáveis é razoável, dependendo do câmbio do momento e do apetite por ingressos de fases avançadas.

A boa notícia é que, uma vez lá dentro, a sensação de estar no coração do tênis duro, andando entre quadras onde você vê de perto o aquecimento de jogadores que antes só existiam na tela, compensa cada hora de planejamento.

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