Os tênis preferidos dos tenistas profissionais em 2026: quais modelos eles usam e por que escolhem cada um

Quando você vê Carlos Alcaraz deslizando no saibro como se o piso fosse manteiga, Novak Djokovic se apoiando em mudanças absurdas de direção ou Iga Swiatek varrendo o fundo de quadra com intensidade quase irreal, não é só talento em jogo. Os tênis que eles usam são parte central da equação.

Quando você pesquisa Os tênis preferidos dos tenistas profissionais em 2026, você encontra que em 2026, o tênis profissional vive um momento curioso. De um lado, contratos milionários com marcas como Nike, Asics, Lacoste, Yonex e On. De outro, um nível físico tão alto que qualquer detalhe em estabilidade, amortecimento e tração pode ser a diferença entre ganhar uma corrida lateral e torcer o tornozelo. E no meio disso tudo está o fã que entra na loja, vê o modelo “do Djokovic” ou “do Alcaraz” e se pergunta: faz sentido eu usar esse tênis, com o meu corpo, a minha quadra e a minha frequência de jogo

Neste artigo, vamos destrinchar essa história com profundidade, mas em linguagem de quadra. Primeiro, você vai entender como os profissionais escolhem (ou são obrigados a escolher) seus modelos. Depois, vamos entrar em alguns dos tênis mais presentes no circuito em 2024 e 2025, como Asics Court FF 3 Novak, Nike Vapor 11, Lacoste AG LT Ultra, Yonex Eclipsion 4 e On The Roger Pro, sempre olhando o porquê das escolhas de cada linha.

No final, a ideia não é só matar a curiosidade sobre o que os profissionais usam, mas te dar munição para responder a pergunta que realmente importa: qual lógica está por trás das escolhas deles e como isso pode te ajudar a escolher melhor o seu próximo par, sem cair na armadilha de copiar cegamente um ídolo.


Como os profissionais realmente escolhem seus tênis

À primeira vista parece simples: o jogador fecha contrato com a marca, recebe o tênis da nova coleção, calça e joga. A realidade é bem mais complexa. Em geral, a escolha de tênis para um profissional passa por quatro camadas.

Primeira camada: contrato e marketing

Antes de qualquer sensação de conforto, existe uma verdade comercial. O jogador assina com uma marca, recebe dinheiro, bônus por resultado e uma obrigação clara: usar os tênis daquela marca em jogo oficial, salvo exceções muito específicas.

Foi o caso, por exemplo, de Iga Swiatek quando assinou com a On, marca de que Roger Federer é sócio. Ela passou a usar um modelo competitivo desenhado especificamente para o estilo dela, chamado The Roger Pro, desenvolvido junto com a equipe de inovação da marca e com input do próprio Federer.

Ou de Novak Djokovic com a Asics. Ele tem um modelo de assinatura, o Court FF 3 Novak, com o logotipo pessoal dele na lateral, pensado para suportar as mudanças violentas de direção que são a marca registrada do jogo dele.

Ou ainda de Daniil Medvedev, que migrou para a Lacoste e hoje calça o AG LT Ultra, tênis concebido para movimentos agressivos e estabilidade em quadra, inclusive com versões que levam o nome e o logo dele em algumas edições.

Contratos mandam muito. Só que eles não mandam em tudo.

Segunda camada: biomecânica e histórico de lesões

Profissionais vivem do corpo. Se o tênis machuca, escorrega demais ou deixa o pé “solto” na quadra, não há contrato que resista.

Por isso, dentro da própria marca, o jogador costuma ter margem para ajustar:

  • Tipo de forma, mais larga ou mais estreita
  • Nível de amortecimento
  • Rigidez da base e da estrutura lateral
  • Altura da base em relação ao solo

Djokovic, por exemplo, precisa de um tênis que aguente deslizadas longas em piso duro, com apoio lateral forte e estabilidade máxima quando ele trava o corpo quase paralelo ao chão. A linha Court FF nasce justamente desse tipo de exigência, com cabedal bem estruturado e sola capaz de segurar em movimentos extremos.

Já Iga Swiatek, em On, recebeu um modelo completamente personalizado, do tipo competição, desenhado em parceria com o time de inovação da marca para o estilo de jogo dela, que combina deslocamentos pesados no saibro com troca rápida de direção e impacto forte na zona de antepé.

Terceira camada: tipo de quadra e estilo de jogo

Um sacador que gosta de subir à rede o tempo todo precisa de um tênis diferente de um contraatacador que vive dois metros atrás da linha de base.

De forma geral:

  • Tênis mais baixos, com sensação de estar perto do chão, agradam quem busca resposta rápida e sente desconforto em bases muito altas
  • Modelos mais altos e acolchoados favorecem quem precisa de mais amortecimento por conta de quadra dura e impacto repetitivo
  • Solados com desenho agressivo de espinha de peixe têm tração excelente em saibro, mas podem travar demais em quadra dura se não forem adaptados

Por isso você vê tantos jogadores de fundo, como Djokovic e muitos especialistas em saibro, usando tênis com foco forte em estabilidade lateral e uma combinação equilibrada entre tração e capacidade de deslizar controlado.

Já quem joga muito em quadra rápida, com primeiro passo explosivo e apoio mais “estrito” (sem tanto deslize), tende a buscar modelos com mistura de estabilidade com sensação de velocidade, como as linhas mais agressivas de Nike, Yonex e Lacoste.

Quarta camada: costume, superstição e confiança

Tenista é bicho de hábito. Não é raro ver profissionais mantendo um modelo antigo, às vezes até descontinuado, com pintura nova por cima. Jannik Sinner é um exemplo clássico. Mesmo com novas linhas da Nike no mercado, em 2024 ele ainda usava o Nike Zoom Zero, um tênis descontinuado, mas que ele conhece de olhos fechados.

Carlos Alcaraz entrou firme na linha Nike Vapor, usando versões personalizadas da Vapor 11 em Grand Slams como Roland Garros e Wimbledon, com edições especiais que misturam a plataforma comercial com ajustes específicos para ele.

No fim das contas, o profissional tende a ficar no modelo em que se sente invencível. Mesmo que a marca lance uma “novidade”, se o jogador não confiar, ele insiste em manter aquela base conhecida, às vezes escondida sob uma pintura que parece outra coisa para o público.


Bastidores: o mito do “mesmo tênis que o profissional usa”

Quem entra numa loja e vê “Court FF 3 Novak”, “Vapor 11 Alcaraz” ou “The Roger Pro Swiatek” tem a impressão de estar comprando exatamente o mesmo tênis que está na quadra central de um Grand Slam. A verdade é um pouco mais cinza.

Pro stock: o tênis que não aparece no catálogo

Muitas marcas produzem versões especiais dos tênis para profissionais, conhecidas no mundo das raquetes como pro stock. O princípio é o mesmo:

  • Forma adaptada ao formato do pé do jogador
  • Mistura própria de espumas e placas de estabilidade
  • Cabedal reforçado em pontos que tendem a rasgar no estilo específico daquele atleta

Por fora, no entanto, ele parece exatamente o modelo de loja. O nome é o mesmo, a pintura é a mesma, mas o coração do tênis é outro.

Isso não quer dizer que o modelo comercial seja ruim. Pelo contrário. Ele é pensado para entregar uma experiência parecida, só que num pacote mais versátil, que funcione para milhares de jogadores com pés diferentes, não para um único profissional.

Palmilhas personalizadas e ortóteses

Outro ponto que muda completamente o comportamento do tênis é a palmilha.

Profissionais costumam usar:

  • Palmilhas sob medida, feitas depois de análise de pisada e moldagem do pé
  • Suportes de arco específicos
  • Calços discretos para corrigir pequenas diferenças de perna ou aliviar pontos específicos de impacto

É a mesma lógica de um carro de corrida. O modelo de rua é ótimo, mas o piloto de Fórmula precisa de um cockpit sob medida. No tênis de alto rendimento acontece algo parecido.


Asics Court FF 3 Novak: a escolha de Djokovic

A linha Court FF da Asics é talvez o exemplo mais didático de um tênis pensado em torno de um jogador.

O Court FF 3 Novak é apresentado oficialmente como o tênis de assinatura de Novak Djokovic, com o logotipo do sérvio na lateral e uma ficha técnica que deixa claro que a Asics ajustou o modelo para aguentar o estilo de jogo mais exigente do circuito.

O que esse tênis entrega

Em termos de conceito, a família Court FF foca em:

  • Estabilidade lateral: estrutura de cabedal e entressola que segura o pé quando o jogador “trava” o corpo em deslizes longos e mudanças bruscas de direção
  • Amortecimento responsável: amortecer bem sem deixar o pé “flutuando” em cima de um colchão alto
  • Cabedal em formato de bota interna: aquela sensação de o pé estar encaixado num só bloco, reduzindo o movimento interno e ajudando na segurança em movimentos extremos

Djokovic é o protótipo do jogador que:

  • amplia ao máximo o ângulo de abertura de pernas
  • desequilibra o corpo em trocas defensivas e ainda assim precisa recuperar o ponto
  • se apoia demais em deslizes controlados em piso duro, algo que até pouco tempo era raro em quadras rápidas

Esse tipo de tênis sustenta essa forma de jogar, ao custo de ser um pouco mais “calçudo” para o amador que gosta de modelos mais baixos.

Por que tantos jogadores agressivos consideram Asics

Mesmo sem contrato direto com a linha Novak, muita gente no circuito se dá bem com Asics por um motivo simples: a marca encontrou um meio termo muito bom entre conforto de corrida e exigência lateral do tênis.

Para o amador, isso se traduz em segurança a mais contra torções quando o jogo aperta em quadra dura.


Nike Vapor 12 e GP Challenge: velocidade controlada no pé de Alcaraz e Sinner

A Nike construiu boa parte da reputação no tênis em cima da linha Vapor, usada por gerações de jogadores agressivos de quadra rápida. Em 2024, Carlos Alcaraz entrou de vez na narrativa, usando versões personalizadas da linha NikeCourt Vapor (hoje usa a 12) em Roland Garros e Wimbledon, com edições de jogador (player edition) que usam a plataforma comercial como base.

Jannik Sinner, por outro lado, é um capítulo à parte. Em plena temporada em que conquistou títulos como Australian Open e US Open, ele seguia usando o Nike Zoom Zero, um modelo já fora de linha, adaptado para o pé dele, enquanto a marca promovia novidades como a GP Challenge.

O que está por trás da linha Vapor

O espírito dos Vapors sempre foi:

  • sensação de estar perto do chão
  • resposta rápida no primeiro passo
  • foco maior em velocidade e flexibilidade do que em amortecimento exagerado

No pé de Alcaraz isso faz todo sentido. O espanhol é um dos jogadores mais explosivos da história recente, com sprints curtos, mudança de direção vertical e jogo que vive de chegar inteiro em bolas que parecem perdidas.

Ter um tênis que responde imediatamente quando ele aciona a musculatura é vital. Se a base fosse alta demais ou molenga, seria mais difícil transformar tanta potência de quadril e perna em arranque eficiente.

A resistência de Sinner em abandonar o Zoom Zero

Sinner é exemplo perfeito de como hábito, confiança e superstição pesam.

Em vez de migrar automaticamente para o modelo da vez, ele manteve o Zoom Zero adaptado, mesmo depois de o tênis ter sido descontinuado nas lojas.

Por quê

  • Ele confia no comportamento daquele tênis nos movimentos mais extremos
  • O pé dele já está acostumado à forma, ao ponto de pressão, à maneira como a sola agarra
  • Trocar por completo o “chão” pode significar algumas semanas de adaptação, com risco de lesão em época de calendário lotado

Para o amador, a lição é clara. Às vezes é melhor ficar com um modelo que você conhece e se sente seguro do que sair correndo atrás da “moda” de coleção nova a cada temporada.


Lacoste AG LT Ultra: estabilidade e agressividade para o jogo de Medvedev

Quando a Lacoste decidiu investir de verdade em calçados de tênis de alta performance, precisava de um rosto que representasse isso. Entrou em cena Daniil Medvedev.

O AG LT Ultra foi desenhado para suportar movimentos agressivos de profissionais como o russo, com foco declarado em estabilidade, suporte e conforto. Testes independentes de lojas especializadas destacam que a linha AG LT surpreendeu pela combinação de amortecimento e confiança estrutural.

O que esse tênis precisa aguentar no circuito

Medvedev é um caso particular:

  • joga muito recuado em quadras rápidas
  • desliza como se estivesse no saibro, mesmo em piso duro
  • tem um jogo de pernas que exige muita sustentação quando ele se joga em bolas defensivas quase impossíveis

Isso exige:

  • sola que permita deslizar sem virar sabão
  • estrutura lateral que não deixe o pé “rolar”
  • entressola que absorva impacto repetido de longos ralis em hard

O AG LT Ultra se posiciona exatamente aqui. Não tende a ser o tênis mais leve do mundo, mas entrega segurança para esse estilo de jogo que parece sempre um pouco “fora de controle”, quando, na verdade, é extremamente calculado.


Yonex Eclipsion 5: o escudo de estabilidade que conquistou fãs

A Yonex já era forte em raquetes e, nos últimos anos, foi ganhando espaço em calçados de performance. O Power Cushion Eclipsion 5 é o carro chefe de estabilidade e durabilidade da marca.

Guias de tênis apontam o Eclipsion 5 como o tênis de referência da Yonex nesse quesito, inclusive observando que ele é usado por profissionais como Stan Wawrinka, entre outros, que precisam de uma base muito firme para soltar pancada de fundo sem medo de escorregar.

Para quem esse tipo de tênis faz sentido

O Eclipsion 5 é típico modelo para:

  • jogador pesado, que bate forte e precisa que o pé não se mexa demais dentro do tênis
  • quem prefere estabilidade a sensação extrema de velocidade
  • quem joga muitas horas por semana em quadra dura e precisa de durabilidade acima da média

É o oposto do tênis “minimalista” alto e super leve. Ele veste quase como uma armadura embaixo do pé. Para o amador que tem histórico de torção, joelho sensível ou corpo mais pesado, faz mais sentido olhar para essa categoria do que correr atrás do modelo mais leve da prateleira.

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On The Roger Pro e sucessores: o caminho de Swiatek e Shelton

Quando Roger Federer se tornou sócio da On, muita gente achou que a marca ficaria apenas no segmento de corrida de rua. Não foi o que aconteceu.

A On entrou para valer no tênis profissional, e em 2023 firmou parceria com Iga Swiatek, então número um do mundo, além de nomes em ascensão como Ben Shelton.

Swiatek passou a usar uma edição customizada de The Roger Pro, tênis de competição desenhado especificamente para o estilo dela, com participação de Federer no processo.

O que diferencia a proposta da On

A On vem de um DNA de corrida, com foco em amortecimento “inteligente” e sensação de suavidade no impacto. Nos tênis de tênis, isso foi adaptado para:

  • manter a base relativamente baixa, com sensação firme na zona de antepé
  • oferecer amortecimento bem distribuído em toda a sola
  • usar geometrias de sola que permitam deslocamentos multi direcionais, sem aquele “afundar” típico de alguns tênis muito almofadados

Para Swiatek, que vive de deslocamento pesado em saibro e construções longas de ponto, é essencial ter:

  • pegada firme na terra batida
  • sensação de confiança ao deslizar
  • proteção adequada para joelhos e quadris em movimentos repetitivos

A On procura entregar isso em um pacote que também conversa com o estilo da marca, mais minimalista e limpo visualmente.


Outros modelos que aparecem direto na TV

Além dos modelos ancorados em narrativas claras de jogadores famosos, há famílias de tênis que aparecem o tempo todo no circuito, mesmo sem tanta “história de marketing” por trás.

Entre eles:

  • Adidas Barricade e Ubersonic
    Tradicionalmente fortes em estabilidade e durabilidade, muito usados por jogadores que valorizam tração consistente em hard e saibro.
  • New Balance Fresh Foam e FuelCell com foco em tênis
    Modelos que misturam tecnologia de corrida com necessidades de quadra, buscando equilíbrio entre conforto de longo prazo e suporte lateral.
  • Head Sprint e Radical
    Linhas que agradam muito quem gosta de tênis mais baixos e leves, especialmente em jogadores de clube que migraram para a marca por causa das raquetes.

Mesmo quando você não vê o nome estampado na tela, se reparar bem nas transmissões, vai reconhecer vários desses solados e cabedais.


O que muda para o amador: como usar a lógica dos profissionais a seu favor

Saber o que Djokovic, Alcaraz, Medvedev, Swiatek ou Sinner usam é divertido, mas o que interessa é traduzir isso para a sua realidade.

Entenda o que o profissional está buscando, não só o modelo

Em vez de pensar “vou comprar o tênis do Djokovic”, vale quebrar assim:

  • Djokovic precisa de estabilidade máxima e tração controlada em piso duro
  • Alcaraz precisa de resposta rápida e sensação de leveza para explosão de pernas
  • Medvedev precisa de base sólida para ralis enormes em quadra rápida
  • Swiatek precisa de tração poderosa em saibro e transições rápidas para hard

Pergunta chave: o que você precisa

  • Você vive em quadra dura, joga duas vezes por semana, tem histórico de torção
  • ou joga mais em saibro, escorrega pouco, gosta de se sentir leve
  • ou está acima do peso ideal e quer um tênis que proteja seus joelhos primeiro

Quando você define isso, consegue olhar para os modelos com outra cabeça.

Experimente, mesmo que o modelo seja “famoso”

Por mais que você admire um jogador, o pé dele não é o seu. Dois pontos nunca podem ser pulados:

  • Experimentar em pé, andando, simulando pequenas mudanças de direção
  • Ver se sobra espaço demais no antepé ou se o tênis aperta demais na lateral

Um tênis que funciona para Sinner, que tem uma forma de pé e um histórico de esquiador, pode ser um terror para alguém com pé mais largo e arco plantar diferente.

Não tenha medo de priorizar conforto sobre “assinatura”

Tênis de performance precisam ficar firmes no pé, mas nunca doloridos.

Ao escolher, pergunte:

  • Eu consigo ficar duas horas com esse tênis sem querer arrancar do pé
  • A parte interna agride algum ponto específico do tornozelo ou do tendão
  • Sinto o pé escorregar dentro do tênis quando mudo de direção

Se a resposta for ruim, não importa que seja o modelo da moda. Passe para o próximo.


Conclusão: os tênis preferidos dos profissionais são pistas, não receitas prontas

Olhar para os tênis preferidos dos profissionais em 2026 é como olhar para o setup de carro de Fórmula. Você aprende muito sobre o que é possível fazer em termos de performance, mas não pega aquele acerto e joga direto no seu carro de rua.

Novak Djokovic com o Asics Court FF 3, Carlos Alcaraz com o Nike Vapor 11, Daniil Medvedev com o Lacoste AG LT Ultra, Iga Swiatek com o On The Roger Pro, Jannik Sinner insistindo no Zoom Zero: cada caso revela um casamento de estilo de jogo, necessidade física, contrato e confiança.

Para você, fã e jogador amador, o caminho mais inteligente é:

  • entender a lógica de cada família de tênis
  • mapear as necessidades do seu corpo, da sua quadra, do seu estilo
  • testar modelos com calma, sem se deixar levar só pela assinatura na língua

Quando você faz isso, usar um modelo próximo ao do seu ídolo deixa de ser uma fantasia imitativa e passa a ser uma escolha consciente. Às vezes, a melhor opção será justamente um tênis inspirado por algum profissional que joga parecido com você. Em outros casos, será um modelo totalmente diferente, de outra marca, mas que responde melhor à sua realidade.


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