As raquetes que mais evoluíram em 2026 e para quem cada uma serve


Quando você olha para o circuito em 2026, dá uma sensação clara de que as raquetes deram um salto bem específico: menos vibração ruim, mais estabilidade, mais spin controlado e uma faixa muito mais inteligente de opções para cada tipo de tenista.

Não é só “raquete nova com pintura nova”. Algumas linhas mudaram de verdade a sensação de impacto, reposicionaram peso, mexeram em padrão de corda e encaixaram tecnologias que você sente na mão já nos primeiros minutos de bate bola. Se você vinha jogando com alguma geração anterior e pega um modelo 2025 ou 2026 desses da lista, a diferença não é detalhe.

Neste texto vamos fazer exatamente isso
As raquetes que mais evoluíram em 2026 e principalmente, explicar para quem cada uma serve de verdade. Nada de descrição genérica de catálogo. A ideia é que você consiga se enxergar em uma ou duas raquetes daqui, com um nível de precisão bem maior.

Vamos falar das seguintes famílias, todas com atualizações importantes e bem discutidas em 2025 e 2026

  1. Head Speed Tour 2026
  2. Babolat Pure Aero 98 2026
  3. Wilson Blade 98 v9
  4. Wilson Shift 99 e 99L
  5. Head Gravity 2025 Auxetic 2.0
  6. Yonex Ezone 98 e 100 (linha 2025)
  7. Yonex Percept 97 e 100D
  8. Artengo TR960 Control Tour como “surpresa custo benefício”

Ao longo do texto, vou te contar o que exatamente mudou em cada linha, como isso aparece na quadra e que tipo de jogador tira mais proveito de cada perfil.


O que significa “evoluir” em 2026

Antes de entrar modelo por modelo, vale alinhar o que eu considero “raquete que realmente evoluiu” e não só uma versão cosmética bonita.

Em 2026, as principais marcas caminharam em três direções muito claras

  1. Mais estabilidade com menos rigidez “seca”
    Tecnologias como o Auxetic 2.0 da linha Gravity e Speed da Head foram justamente pensadas para deixar o impacto mais macio e conectado, sem perder estabilidade no golpe.
  2. Controle de potência e spin
    Linhas como a Babolat Pure Aero 98 de 2026 ajustaram swingweight, padrão de cordas e espessura de aro para dar aquele combo que todo agressor de fundo de quadra quer: spin pesado, bola penetrando, mas sem virar canhão descontrolado.
  3. Identidade mais definida para cada família
    A Blade v9 da Wilson ficou ainda mais Blade em termos de sensação de controle, mas com ganho real de estabilidade e profundidade.
    A Ezone 2025 da Yonex deu um passo em direção a um “tudo em um” moderno, com potência, spin e conforto em um pacote mais macio e rápido.

Com isso em mente, vamos entrar nos modelos que, na prática, mais mudaram a conversa em 2026.


1, Head Speed Tour 2026: o Speed que virou arma de jogador avançado

A família Speed sempre foi vendida como “a raquete do Djokovic” e sinônimo de equilíbrio geral. Mas, em 2026, ela ganha algo que muitos jogadores pediam há anos: uma versão Tour com cabeça de 97 in², peso mais focado para quem compete e um pacote bem mais sério para quem gosta de controle agressivo.

O que mudou na linha

Em termos de especificação, a Speed Tour 2026 vem com

  1. cabeça de 97 in²
  2. peso em torno de 305 g sem corda
  3. padrão de cordas 16×19
  4. rigidez em torno de 60–61 RA
  5. beam de 23 mm uniforme

Ou seja, ela saiu do “100 in² amigão de todo mundo” e entrou num território muito mais próximo de raquetes de tour, com cabeça menor, flex mais controlado e foco em jogador com swing rápido.

A grande diferença em relação aos Speeds antigos é a combinação de Auxetic 2.0 com esse aro mais fino e a cabeça menor. Na prática, o impacto fica bem mais sólido, a bola fica colada um pouco mais tempo na corda, e você sente a raquete “abraçando” o golpe em vez de só devolver seco.

Como ela se comporta em quadra

No fundo de quadra, a Speed Tour 2026 lembra muito uma mistura de raquete de controle clássico com um toque de agressividade moderna

  1. a cabeça 97 e o RA mais baixo dão muita confiança para bater fundo sem medo de escapar
  2. o padrão 16×19, combinado ao perfil de 23 mm, ainda libera spin e ajuda a levantar bola quando você acelera a mão
  3. a estabilidade no contato é um dos pontos mais elogiados nas análises, principalmente em devolução e bloqueio de saque

Na rede, o peso e a rigidez moderada fazem as voleias saírem sólidas, sem necessidade de braço demais. É o tipo de raquete em que você sente que pode usar a própria firmeza do aro para só acompanhar a bola.

Para quem a Speed Tour 2026 serve

É uma raquete claramente pensada para

  1. intermediários avançados e avançados, com técnica razoavelmente estável
  2. jogadores que batem na bola de forma solta, com swing médio para longo
  3. quem gosta de colocar peso na bola mais pela velocidade do braço do que pela raquete super potente

Se você vinha usando Speed MP 100 in² e sentia falta de um pouco mais de precisão, de uma trajetória mais baixa e de um impacto mais “pleno”, a Tour 2026 vira uma candidata muito forte. Se você é iniciante ou intermediário básico, ela provavelmente vai punir demais o golpe curto.


2, Babolat Pure Aero 98 2026: o spin agressivo que finalmente ganhou controle de adulto

A linha Pure Aero sempre foi sinônimo de spin e bola alta, mas muitas vezes com a sensação de “trampolim” demais para quem já tem braço. A versão 98 de 2026 muda completamente essa conversa.

Testes detalhados descrevem a Pure Aero 98 2026 como rápida, sólida, estável e, nas palavras de um dos reviews mais respeitados, “o sonho do agressor de fundo de quadra”.

O que muda na geração 2026

Em relação à geração anterior, os pontos principais são

  1. cabeça de 98 in², menor que a clássica 100 da família, para mais precisão
  2. padrão de cordas 16×20, um pouco mais denso no meio, que aumenta o controle sem matar o spin
  3. swingweight abaixo de 325, o que deixa a raquete rápida na mão, mas ainda com massa suficiente para aguentar porrada pesada

O resultado é um Pure Aero que continua dando rotação generosa, mas com trajetória mais penetrante e menos “bola balão”. Um review de 2026 destaca justamente isso: a raquete é rápida, estável e perdoa bem, mantendo profundidade mesmo quando você é empurrado para trás.

Como ela joga

Do fundo, a sensação é de que você está com uma máquina de spin que finalmente aprendeu a obedecer linha de base e alvo.

  1. topspin pesado sai fácil, principalmente com forehand de semi ou Western
  2. a combinação 98 in² com 16×20 permite bater reto quando você quer acelerar na paralela, sem aquela sensação de catapulta
  3. a raquete é rápida o bastante para quem gosta de jogar em cima da linha, tomando a bola na subida

No saque, o aro aerodinâmico continua ajudando. Kick serve sobe, slice sai cortando e o primeiro saque chapado ganha uma trajetória mais reta e profunda do que as Pure Aero mais antigas.

Na rede, o peso moderado e a cabeça 98 dão muito controle em voleio de bloqueio. Ela não é tão estável quanto alguns tanques de 330 g, mas para o tenista moderno que sobe ocasionalmente, entrega mais do que o suficiente.

Para quem a Pure Aero 98 2026 serve

Esse modelo é ideal para

  1. agressor de fundo de quadra que gosta de ditar o ponto com topspin pesado
  2. jogadores de nível intermediário avançado e avançado que sentiam a Pure Aero 300 muito “solta” e procuravam mais controle
  3. quem joga em quadras mais rápidas e precisa de spin, mas sem perda de penetração na bola

Se você é iniciante ou tem histórico de problema no braço, a rigidez ainda exige cuidado com cordas e tensão. Mas, dentro do universo das Aero, é uma das versões mais adultas e controláveis já feitas.


3, Wilson Blade 98 v9: o controle clássico que ficou mais estável e menos exigente

A Blade 98 é talvez a raquete de controle mais popular do planeta há quase duas décadas. Só isso já faria qualquer marca morrendo de medo de mexer demais na fórmula. A versão v9, lançada em 2024 e já completamente madura em 2026, conseguiu o equilíbrio raro de evoluir sem trair a essência da Blade.

Reviews de jogadores e testes profissionais descrevem a v9 16×19 como uma raquete que manteve o feeling de controle clássico, mas ficou mais estável, com saída de bola um pouco mais generosa e acesso a spin mais fácil.

O que ela ganhou na prática

Os pontos principais da evolução da v9 são

  1. sensação mais firme e conectada com a bola, graças à tecnologia StableFeel e ao cabo com DirectConnect em fibra de carbono que aumenta a estabilidade torcional em relação a gerações antigas.
  2. ligeiro ganho de potência em comparação à v8, sem virar raquete de power, só o suficiente para colocar a bola mais funda com o mesmo swing
  3. estabilidade melhor em contato fora do centro, tanto em fundo quanto em devolução

Na prática, isso significa que você continua precisando trazer seu próprio peso, mas tem mais margem de erro no dia ruim.

Em quadra, como ela se comporta

No fundo de quadra, a Blade 98 v9 é aquela raquete em que você sente que cada milímetro de movimento do braço aparece na trajetória da bola.

  1. quem gosta de trabalhar várias alturas, girar a bola quando precisa e depois achatar na paralela, sente a raquete respondendo com previsibilidade
  2. o padrão 16×19 abre um pouco mais a janela de spin em relação à 18×20, sem virar trampolim

No saque, você não ganha potência gratuita, mas o direcionamento é excelente. Kick serve e slice ficam muito sob controle, e a estabilidade extra ajuda quando você precisa subir o ritmo em primeiro saque.

Na rede, a v9 usa muito bem a nova estabilidade. Voleios de bloqueio voltam profundos, mesmo quando o adversário enfia a mão em cima de você.

Para quem a Blade 98 v9 serve

A Blade v9 é perfeita para

  1. intermediários avançados e avançados que priorizam controle, mas não querem mais sofrer com tábuas extremamente exigentes
  2. jogadores de contra ataque, que gostam de usar o peso da bola do outro e direcionar com precisão
  3. tenistas agressivos que entram na quadra, mas precisam confiar no backhand de linha sob pressão

Se você está saindo de uma raquete muito leve e potente, ela vai exigir adaptação, principalmente em termos de técnica. Mas, se você já jogou com raquetes clássicas, vai sentir a v9 como um abraço mais moderno e menos punitivo.


4, Wilson Shift 99 e 99L: a linha nova que abriu uma categoria própria de spin controlado

Enquanto a Blade é a velha conhecida, a família Shift é praticamente o oposto: uma linha nova, nascida em laboratório da W|Labs, com foco declarado em entregar muito spin com potência controlável.

A proposta foi tão específica que muita gente passou a tratar Shift como uma nova categoria: raquetes que flexionam mais lateralmente para gerar rotação, mas mantêm o quadro estável na direção vertical.

O que faz a Shift ser diferente

Alguns pontos técnicos ajudam a entender por que a Shift 99 virou um dos modelos mais comentados do mercado

  1. padrão de cordas e perfil de flex desenvolvidos de trás para frente: a raquete foi criada com base em feedback de centenas de jogadores, ajustando como ela dobra e como as cordas se movimentam
  2. foco em spin pesado com sensação única de impacto; reviews destacam que a raquete tem um “toque” próprio, diferente de qualquer outra, e que a combinação de potência, spin e controle vicia quando você pega a mão.
  3. versão 99L específica para intermediários, levando a mesma filosofia para um peso mais amigável, com swingweight abaixo de 315, pensado para quem ainda está consolidando técnica e físico.

Em quadra, como ela se sente

Do fundo de quadra, a Shift 99 lembra muito uma mistura de Pure Aero mais controlada com Blade mais permissiva.

  1. bola gira muito quando você passa por baixo
  2. a potência está lá, mas não é descontrolada; você consegue bater firme no meio da quadra sem medo de mandar tudo na tela
  3. a sensação de contato é peculiar, com o quadro dobrando de um jeito que segura um pouco mais a bola na corda antes de soltar

Em devolução de saque, a estabilidade da estrutura segura bem mesmo contra pancada pesada, algo que vários testes elogiam.

Para quem a Shift serve

A Shift 99 e 99L conversam muito bem com

  1. intermediários e avançados agressivos que giram bastante a bola, mas se sentem perdidos em raquetes extremamente potentes
  2. jogadores que vinham de Pure Aero ou similares e estavam procurando algo com sensação um pouco mais “macia” e previsível
  3. intermediários em evolução que podem gostar da 99L como um degrau entre raquetes muito leves de entrada e frames sérios de desempenho

Se você gosta de jogar reto o tempo todo, com pouco spin, talvez não seja a sua praia. Mas se o seu jogo se baseia em empurrar o adversário para trás com altura e rotação, a Shift vira uma arma interessante.


5, Head Gravity 2025 Auxetic 2.0: a raquete do “sweetspot gigante” que ficou ainda mais macia

A linha Gravity já tinha uma identidade clara: cabeças arredondadas, sensação muito macia e sweetspot enorme, pensada para quem bate pesado e gosta de uma resposta flexível. A atualização 2025, já consolidada em 2026, trouxe o Auxetic 2.0 e um feixe mais suave, deixando tudo ainda mais confortável.

O que o Auxetic 2.0 mudou

As descrições oficiais e reviews apontam

  1. sensação de impacto mais macia, com mais feedback, sem perder estabilidade
  2. sweetspot ainda maior, graças ao formato de cabeça arredondado e furos otimizados
  3. versões como Gravity Pro e Gravity MP com balanço um pouco mais leve na cabeça, deixando o swing mais rápido que na geração anterior

Na prática, a Gravity Pro continua sendo um frame de 100 in², 18×20, fino e pesado, mas swingando mais leve e conectando melhor nos golpes, especialmente para quem gosta de golpear em cima da linha.

Como ela joga

No fundo, a Gravity é aquela raquete que recompensa muito quem gosta de chapar e direcionar a bola com precisão, mas sem castigar o braço

  1. a combinação cabeça 100 com padrão mais denso deixa a trajetória relativamente baixa, óptima para agressor que gosta de acertar linha
  2. o sweetspot grande ajuda a manter profundidade mesmo quando você pega um pouco fora do centro
  3. a sensação macia e “elástica” é um sonho para quem detesta impacto seco

Na rede, a cabeça 100 e o aro fino criam uma raquete estável, mas que ainda vira rápido na mão. Para quem joga dupla, a Pro e a MP são excelentes para blocar saque e volear agressivo.

Para quem a Gravity 2025 serve

Ela é perfeita para

  1. jogadores agressivos de fundo que gostam de bater reto, mas não querem abrir mão totalmente de spin
  2. quem tem histórico de braço sensível e foge de raquetes muito rígidas
  3. avançados que jogam muito em quadra dura pesada e precisam de conforto sem perder controle

Se você é iniciante, a Gravity pode ser um pouco pesada e exigente em técnica. Mas para quem já joga bem e quer uma alternativa mais confortável a frames de controle tradicionais, ela brilha.


6, Yonex Ezone 98 e 100 2025: o “tudo em um” que ficou mais macio e rápido

A Ezone sempre foi vendida como a linha mais fácil de jogar da Yonex, e a edição 2025 reforça ainda mais essa ideia, com atualizações na geometria de quadro e nos materiais para entregar uma sensação mais macia, grande sweetspot e muita velocidade.

O que mudou na Ezone 2025

Descrições de lojas especializadas e reviews resumem assim

  1. ajustes na geometria do aro para aumentar o sweetspot e a estabilidade sem aumentar demais a rigidez
  2. sensação descrita como “plush”, isto é, um impacto acolchoado, mas ainda com bastante explosão quando você solta o braço
  3. versões 98 e 100 que cobrem um espectro grande de jogadores, do avançado agressivo ao intermediário em evolução

A Ezone 98 305 g aparece frequentemente como raquete de potência e spin com muita precisão, enquanto a 100 300 g assume o papel de “faz tudo” moderna.

Em quadra, o que você sente

A Ezone 100 é aquela raquete em que você encurta um pouco o swing e a bola já sai viva, mas com impacto agradável.

  1. ótimo para jogadores que gostam de comandar o ponto sem trabalhar tanto com braço
  2. ajuda muito em saque e devolução, especialmente no segundo saque agressivo e em bloqueio

Já a Ezone 98 afina a mira

  1. menos área de cabeça, mais precisão
  2. ainda muita potência e spin para quem gira bem a bola
  3. impacto mais sólido, ótimo para avançados que jogam em ritmo alto

Para quem a Ezone 2025 serve

Em resumo

  1. Ezone 100
    ideal para intermediários e avançados que querem uma só raquete para simples e dupla, com bom saque, boa resposta em devolução e muita ajuda na bola de defesa
  2. Ezone 98
    perfeita para avançados agressivos que gostam de entrar na quadra, bater de dentro e usar o saque como grande arma, sem abrir mão de conforto

Se você vinha de uma raquete de potência baixa e queria algo que desse um “upgrade de graça” no seu jogo, a Ezone 100 é das opções mais seguras e modernas de 2025–2026.


7, Yonex Percept 97 e 100D: o controle de luxo que evoluiu sem virar tábua

Quando a Yonex aposentou a linha VCore Pro e lançou a Percept, muita gente torceu o nariz. Mas, na prática, o que a marca fez foi criar uma família de controle com personalidade própria.

A Percept 97 é descrita em guias recentes como o modelo mais controlado e pesado da marca, pensado para avançados que querem máximo feedback de bola, enquanto a Percept 100D, com cabeça 100 e padrão 18×19, virou queridinha de quem busca controle em um pacote um pouco mais permissivo.

O que caracteriza a evolução da Percept

Desde o lançamento em 2023, a Percept se consolidou em 2024–2025 como uma das linhas de controle mais interessantes para avançados

  1. Percept 97, com 310 g, cabeça 97 e foco total em precisão e estabilidade
  2. Percept 100D, com cabeça 100 in², padrão 18×19, peso em torno de 305 g, mistura rara de sweetspot amplo com controle de rigidez média

Reviews destacam que a 100D tem uma combinação quase única de 100 in² com 18×19 e 305 g, dando uma sensação de “Blade com um pouco mais de área e perdão”.

Para quem cada uma serve

  1. Percept 97
    melhor para avançados que já têm físico e técnica para segurar um frame pesado, jogam em alto ritmo, gostam de entrar na quadra e usam muito o backhand de linha como arma
  2. Percept 100D
    conversa com intermediários avançados e avançados que querem muito controle de trajetória, mas não querem abrir mão de uma cabeça 100 mais amigável

Se você vinha de Blade, Prestige ou raquetes clássicas de 95–98 in² e queria algo com conforto Yonex e maior área de contato, a Percept 100D é um dos modelos mais interessantes do momento.


8, Artengo TR960 Control Tour: o “underdog” que virou referência de custo benefício

Enquanto todo mundo olha para as grandes marcas, a linha TR960 Control Tour da Artengo foi ganhando terreno silenciosamente. Em guias de 2025, ela aparece citada como uma das melhores opções de controle para quem quer desempenho de tour sem pagar o preço das grandes.

Ela não é “nova” em 2026, mas a percepção em torno dela evoluiu muito, à medida que mais jogadores e reviews foram colocando a raquete lado a lado com frames bem mais caros.

O que faz a TR960 Control Tour especial

Nos comparativos, os pontos citados com mais frequência são

  1. especificações muito próximas de raquetes clássicas de controle: peso em torno de 305–315 g, cabeça 98, padrão de corda fechado
  2. sensação sólida e estável, com bom feedback e impacto confortável
  3. preço significativamente abaixo da média de raquetes premium, o que coloca a relação custo benefício em outro patamar

Em alguns guias, ela é destacada justamente como a opção ideal para avançados que querem performance tour, mas não podem ou não querem pagar o preço cheio de uma Blade, uma Prestige ou uma Pro Staff moderna.

Para quem a TR960 serve

Ela é uma excelente escolha para

  1. avançados e intermediários avançados focados em controle que jogam torneios amadores
  2. treinos intensos de quem quebra muito quadro ou precisa ter duas ou três raquetes idênticas sem entrar em colapso financeiro
  3. jogadores que estão transicionando de uma raquete muito leve e potente para algo mais sério, e querem um “test drive” no universo das raquetes de controle sem gastar alto

Como escolher entre essas raquetes em 2026

Com tanta coisa boa, o risco é você sair clicando em review, ficando empolgado com todas e terminando sem saber o que realmente faz sentido para o seu jogo.

Uma forma simples de organizar a decisão é se perguntar três coisas na ordem certa.

1, Qual é o meu nível de jogo hoje

  1. iniciante a intermediário baixo
    você ainda ganha muito mais trocando de aula do que de raquete; aqui faz mais sentido olhar para Ezone 100, Shift 99L ou algum modelo mais amigável, do que para Blade, Percept 97 ou Speed Tour
  2. intermediário intermediário avançado
    você já acerta bem o centro, consegue manter trocas com consistência e começa a sentir limites da sua raquete atual; aqui abrem se praticamente todas as opções da lista, desde Ezone 98 até Gravity MP, Blade 98 v9 ou Pure Aero 98
  3. avançado
    você já compete, tem padrão de golpe relativamente sólido e sabe o que gosta e o que detesta em termos de sensação; aqui as escolhas ficam mais finas, entre controle puro (Percept 97, Blade, Gravity Pro, Speed Tour) e controle com spin agressivo (Pure Aero 98, Shift 99)

2, Como eu realmente ganho ponto

  1. agressor de fundo de quadra com muito spin
    Pure Aero 98, Shift 99, Ezone 98
  2. agressor mais reto, que joga em cima da linha e gosta de entrar na quadra
    Blade 98 v9, Speed Tour 2026, Percept 97, Gravity Pro
  3. contra atacante que usa muito a força do outro e precisa de direção e profundidade
    Blade 98 v9, Gravity MP, Percept 100D
  4. jogador all court, que sobe à rede, joga simples e dupla, gosta de variar trajetória
    Ezone 98, Ezone 100, Blade 98, Gravity MP
  5. amador em crescimento que quer dar um salto de qualidade sem ferrar o braço
    Ezone 100, Gravity MP, TR960 Control Tour (com setup de corda amigável)

3, Quanto eu quero (e posso) investir

Em 2026, modelos topo de linha de Head, Babolat, Yonex e Wilson estão em patamares de preço bem altos. A Artengo TR960 aparece justamente como alternativa de desempenho alto por um custo bem menor.

Se o orçamento é mais apertado, faz mais sentido mirar

  1. uma raquete bem escolhida de custo benefício, com corda e tensão muito bem ajustadas
  2. mais horas de quadra, mais aulas, mais físico

Do que pular direto em dois ou três frames caríssimos sem saber se combinam com o seu jogo.


Fechando a conta: o que realmente mudou em 2026

Se fosse para resumir em uma frase, eu diria assim

Em 2026, as melhores raquetes deixaram de ser só “ferramentas fortes” e passaram a ser ferramentas muito específicas para perfis de jogador bem definidos.

A Head colocou a Speed Tour em um território mais sério de controle agressivo.
A Babolat finalmente criou uma Pure Aero 98 que joga tão bem quanto promete nos reviews, com spin pesado e controle real.
A Wilson consolidou a Blade v9 como padrão de ouro de controle versátil e abriu um universo novo com a linha Shift.
A Yonex afinou ainda mais a proposta da Ezone e da Percept, oferecendo conforto e controle em pacotes muito bem desenhados.
E a Artengo, quase silenciosamente, mostrou para todo mundo que dá para entregar raquete de jogador sem preço astronômico.

Se você está pensando em trocar de raquete neste ano, o caminho não é colecionar fichas técnicas, e sim ser brutalmente honesto sobre como você joga e como quer jogar em seis a doze meses. A raquete certa, em 2026, é menos sobre hype e mais sobre encaixe.


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